quarta-feira

Você sabe amar com inteligência?


Você já parou para observar os relacionamentos amorosos ao seu redor, até mesmo aqueles em que você atua? Qual a porcentagem de satisfação que eles apresentam? Será que estamos sabendo amar com sabedoria ou simplesmente amando pelo instinto?

Explico: o amar por instinto, como a própria expressão já diz, é o tipo mais elementar de amor que se pode ter, o amor possessivo, de querer sua satisfação (do ego, do eu) em primeiro plano. É o amor infantil, que não necessariamente obedece o avançar da idade. Em geral, ele vem acompanhado de ciúmes, cobranças, insatisfações, tristezas, mágoas. Sofrimento em alto grau.

O amar com inteligência é a sublimação do amor. É o amar com sabedoria, utilizando as emoções e energias do amor a seu favor, sendo feliz e fazendo o outro feliz. Como isso é possível? As acupunturas energéticas EFT, SET e Peça e Receba, técnicas de mudança rápida de pensamento, podem ajudar, quando a imaturidade não nos deixou aprender ainda. Há ainda os Florais e a PNL para auxiliar neste trabalho. Para ilustrar, eu trouxe um lindo texto do Arthur da Távola para reflexão.


AMAR BONITO


Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar:
Aprendam a fazer bonito seu amor.
Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito.
Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito.
Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender...
Tenho visto muito amor por aí.
Amores mesmo: bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva.
Mas esbarram na dificuldade de se tornar bonitos.
Apenas isso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção.
Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.
Aí, esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais, de repente se percebem ameaçados e tão somente porque não sabem ser bonitos: cobram, exigem, rotinizam, descuidam, reclamam, deixam de compreender, necessitam mais do que oferecem, precisam mais do que atendem, enchem-se de razões.
Sim, de razões.
Ter razão é o maior perigo no amor.
Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça, equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão.
Nem queira!
Ter razão é um perigo: em geral, enfeia um amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada.
Amar bonito é saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito?
De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível?
Talvez não.
Cheio ou cheia de razões, você separa do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer.
Quem espera mais do que isso, sofre, e sofrendo, deixa de amar bonito.
Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança.
E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.
Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia.
Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama.
Saia cantando e olhe alegre.
Recomenda-se: encabulamentos; ser pego em flagrante gostando; não se cansar de olhar e olhar; não atrapalhar a convivência com teorizações; adiar sempre se possível com beijos aquela conversa importante que precisamos ter; arquivar, se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida.
Para quem ama, toda atenção é sempre pouca.
Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda a atenção possível. Quem ama bonito não gasta tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.
Não teorize sobre o amor (deixe isso para nós, pobres escritores que vemos a vida como criança de nariz encostado na vitrine cheia de brinquedos dos nossos sonhos); não teorize sobre o amor, ame.
Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.
Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade, abrir o coração, contar a verdade do tamanho do amor que sente; não dar certo e depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito).
Jogue pro alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabiamente eficazes (não é sábio ser sabido): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser.
Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs.
Falando besteiras, mas criando sempre.
Gaguejando flores.
Sentindo o coração bater como no tempo do Natal infantil.
Revivendo os caminhos que intuiu em criança.
Sem medo de dizer eu quero, eu estou com vontade.
Deixe o seu amor ser a mais verdadeira expressão de tudo que você é.
Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto.
Não se preocupe mais com ele e suas definições.
Cuide agora da forma do amor:
Cuide da voz.
Cuide da fala.
Cuide do cuidado.
Cuide de você.
Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz.
                                                                                                                Arthur da Távola

Talvez não seja muito fácil amar bonito, não é? A gente lê isso e diz: “ah, qual é? Até parece que funciona assim na vida real...”  Talvez não seja, mas a gente pode fazer ficar assim, basta querer.

A inteligência emocional consiste em vigiar e regrar seus hábitos e comportamentos, educando-os até que se tornem saudáveis e naturalmente agradáveis para si mesmo e a todos ao redor. Não é tarefa das mais simples. Por exemplo, uma mulher que tem um ciúme terrível do parceiro pode não conseguir controlar-se ao vê-lo conversando com uma amiga, e, de repente, armar uma confusão enorme, trazendo prejuízos a si e aos outros envolvidos. Isso é saudável, é inteligente? Se isso acontecer várias vezes, pode ser que a mulher perca o relacionamento que é tão importante e vital para ela, onde poderia ter sido uma fonte de alegrias e crescimento mútuo. Infelizmente, esse processo doentio não se verifica apenas nos relacionamentos amorosos-eróticos; esse padrão se repete nos relacionamentos familiares, em amizades e até no ambiente de trabalho.

As acupunturas energéticas podem ajudar fazendo-a enxergar o porquê de ter um ciúme tão doentio, eliminando as memórias que construíram esse sentimento destrutivo, ao mesmo tempo que ajuda a instalar em seu subconsciente um padrão mais eficiente e saudável de comportamento, de visão da vida e dos relacionamentos. Estas técnicas, sozinhas ou aliadas aos florais, podem ajudá-la a desenvolver seu amor próprio, elevando a autoestima, para que ela possa se sentir sempre segura e confiante de seus atributos e daquilo que ela realmente quer pra si. Com isso, ela poderá perceber que talvez não existisse maldade na conversa do seu parceiro com a amiga e, se isso estivesse acontecendo realmente, ela poderá reconhecer ou raciocinar, sem sofrimento, se aquele relacionamento ainda a satisfaz, buscando e atraindo para si relacionamentos mais saudáveis e verdadeiros. Naturalmente. Inteligentemente. Sem sofrimento.

O amor inteligente é saudável, é fácil, é prazeroso, é tranqüilo. Não quer dizer que não exista paixão, muito pelo contrário. A paixão se faz mais presente, porque é acompanhada da alegria e do bem estar, só de estar junto. Emoção e inteligência podem e devem andar juntas.

A EFT é, atualmente, uma das maiores aliadas ao desenvolvimento da inteligência emocional, pois atua de forma consciente, fazendo o indivíduo enxergar e entender onde precisa mudar, ao mesmo tempo que reprograma o cérebro para fazer estas mudanças de forma tranquila e progressiva. Se a dor é inevitável, o sofrimento é opcional.

Ame bonito. Você pode...  

Se você quiser conhecer um pouco sobre a EFT, mande-me um e-mail solicitando a apostila gratuita. 
chrisassimos@gmail.com

Todo esse trabalho pode ser desenvolvido através do Projeto Buscando Soluções. Conheça aqui seus detalhes.


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