sábado

Significado da expressão "EU SOU" - A Lição de Abraão


Oi, amigos!

Começo a entender porque tive o desejo irresistível de apresentar Kryon a vocês. Esse texto nos ilustra de maneira bem elucidativa a real função da expressão Eu Sou que tanto povoa nossos livros sagrados, além de demonstrar o poder da visualização positiva para resolução dos mais variados problemas. Leia, reflita e medite várias vezes sobre o poder dessas informações. Se você quiser, elas podem mudar sua maneira de enxergar o mundo - e você mesmo. Isso aconteceu comigo.    Chris

VOCÊ É CAPAZ DE MUDAR SUA REALIDADE

Queremos mostrar a vocês através de uma parábola que lhes é bastante familiar, de maneira que possam perceber o que significa realmente uma mudança de realidade. Eu comecei a canalização hoje com a saudação que sempre faço. Eu disse a vocês: “Saudações, meus queridos. EU SOU KRYON, do Serviço Magnético.” Vocês lembram do que dissemos na Parte I desta série? A saudação EU SOU é um identificador sagrado da origem familiar. Não é um identificador de nome. Portanto, “EU SOU KRYON” significa “EU SOU da família de Deus” e assim são vocês. Como podem se lembrar, o “SOU” são você. Meu nome é KRYON. O “EU SOU O QUE SOU” é círculo de linguagem significando que vocês e eu somos eternos em ambas as direções – eternamente uma entidade universal. É uma saudação sagrada. Lembrem-se disso enquanto ouvem ou lêem algo que vocês sintam que já sabiam. O que se segue pode mudar sua realidade ou entendimento.


A parábola da realidade: Era um dia quente quando Deus veio a Abraão com novidades. Abraão jamais o viu chegando. Quando Deus fez o pedido a Abraão que sacrificasse seu único e precioso filho, Isaac, no altar no alto da montanha, ele ficou emocionalmente perturbado. Não podia acreditar. Foi o início de uma linda lição para Abraão – uma lição que podemos revelar agora como algo muito maior que uma parábola de obediência a Deus.

A obediência de Abraão não era cega. Abraão tinha o “manto da sabedoria” de que falamos, o qual permitiu a ele compreender que havia um caráter sagrado naquele teste. Nem por um momento pensou que não o faria, mas não era uma obediência cega. Abraão “sentiu” a importância deste desafio, e imediatamente começou a rezar para que a lição fosse removida. Mesmo enquanto preparava os carregadores para a viagem montanha acima e informava seu filho da viagem, ele rezava para que a lição fosse removida de sua experiência. Não disse a ninguém do grupo qual era o propósito real da subida. Pelo contrário, apenas Abraão sabia do objetivo e apenas Abraão carregava o fardo da realidade que estava para vir.

Eram três dias de jornada até o local onde se daria o sacrifício. O ponto para onde se dirigiam era sagrado, um lugar onde muitas ovelhas haviam sido sacrificadas antes em honra ao Espírito, à maneira daquele tempos. Desta vez seria diferente, e Abraão começou a olhar para o futuro, para uma realidade revoltante para ele – uma realidade onde ele assassinava seu filho precioso – o filho que ele chamava de “seu milagre vindo de Deus”. Este milagre lhe foi dado muito tarde na vida por sua esposa, uma mulher que não podia ter crianças novamente devido à idade – ainda assim ela o teve.

Abraão não dormiu a noite anterior e tomou posição no final da tropa. Não era comum ele ser o último, mas desta vez foi assim por uma razão – ele não queria que as pessoas o vissem chorar. Seu filho fez muitas perguntas, mas Abraão se manteve firme em sua descrição de um sacrifício no topo da montanha – um sacrifício especial que eles lembrariam por toda a vida. Abraão estava no ponto mais baixo de sua vida, mas tentou manter-se firme enquanto mantinham o passo no primeiro dia de um longo caminho – um caminho que já haviam feito muitas vezes.

Na hora de acampar, na primeira das duas noites, Abraão literalmente caiu num canto afastado do acampamento, e começou a soluçar, rezando para seu amado e puro Deus. “Querido Deus, por favor, tire este fardo de mim”, ele rezava. “Querido Deus, não há nada que não possa fazer. Tire este peso de mim agora que você sabe que eu realmente farei o necessário. Ajude-me a compreender isto tudo. Eu imploro!”   No silêncio, exausto e meio dormindo, Abraão claramente ouviu a voz de Deus.

Abraão, fique firme e saiba que EU SOU Deus”, veio a resposta.

Abraão não sabia o que fazer com aquela resposta. “Querido Espírito, como posso ficar firme? Meu coração está partido, e minha alma está vazia. Continuo pensando que estou sonhando tudo isto. É um pesadelo para minha existência. É uma realidade horrível. Onde encontrar firmeza nisso? Onde há paz nisso? Você me pede que me mantenha firme. Como?” Abraão afundou repentinamente, num cansaço e derrota marcados pelo desespero. Novamente ouviu a resposta.

Abraão, fique firme e saiba que EU SOU Deus”, veio a resposta.

Abraão vagava entre o sono e a vigília. Cada vez que despertava, a mesma prece tinha nos lábios. Ele estava no chão, curvado diante de Deus, pedindo e clamando por mais resposta além da que havia sido dada. Em seus sonhos se apresentava uma realidade horrenda para ele: Ali estava Isaac sobre o altar, a adaga do sacrifício pronta para ser enfiada em seu coração por seu próprio pai. Abraão sentiu-se agarrando o punho da arma e abaixando-a para o golpe. Ele despertou.

A tropa reiniciou a subida, e novamente Abraão se encontrava no final. Ele sentiu que não tinha dormido, e que era como um zumbi naquela tarefa, simplesmente pondo um pé em frente do outro. Durante todo o dia, o sol fustigou a ele e seus homens, e Abraão não conseguia tirar os olhos de seu filho – seu amado menino. A cada parada para descanso, Abraão pedia a Isaac que sentasse a seu lado para que pudesse admirar sua juventude, e amá-lo pelo pouco tempo que lhe restava de vida. O maior medo de qualquer pai é a possibilidade de sobreviver a suas próprias crianças. Agora ali estava ele, praticamente pronto para assegurar esta realidade fatal.

Novamente anoiteceu. Esta era a última noite, e o dia seguinte seria a terceira e última etapa da viagem para o cimo da montanha onde o “sacrifício” seria realizado. Abraão mais uma vez encontrou um lugar afastado do grupo. Construiu um altar por conta própria, e ali implorou a Deus a permissão para ser o sacrificado – ali mesmo naquele momento. Tentou se comunicar com Deus, mas aparentemente nada recebeu. Quando sentiu que Deus não estava mais ali, mais uma vez ouviu aquela resposta. Desta vez com uma pequena diferença.

Abraão, escute!” vieram as palavras.  “Escute - fique firme, Abraão,” dizia a voz.
Saiba que EU SOU Deus.”

Abraão segurou sua cabeça. Seria esta uma resposta, ou apenas Deus sendo Deus? Parecia haver uma mensagem nesta afirmação – uma resposta com algum tipo de esperança. Por que Deus faria isso? Ele se lembrou de Seus ensinamentos – algo que o Espírito tinha dito a ele certa vez. Ele se lembrou que lhe fora dito que Deus não se alegra com o sofrimento do ser humano. Lembrou-se que Deus lhe dissera que todas as lições tratavam de soluções, não apenas de obediência. Abraão sabia que havia algo diferente no ar. Ele começou a compreender. No início apenas uma centelha do significado chegou até ele; depois começou a percebeu todo o significado.

Abraão compreendeu que, para criar paz e calma, teria que mudar sua visão ou realidade do que estava para acontecer no topo da montanha. Ele começou a visualizar a si mesmo e a seu filho fazendo um piquenique lá em cima. Todos comendo e celebrando o amor de Deus, e seu filho como convidado de honra. Abraão manteve essa visão e acreditou nela de todo seu coração. Esta era a única maneira de manter a calma a qual fora instruído. Quando seu coração começou a se acalmar e seu bem-estar a retornar, o resto da mensagem lhe foi transmitido.

EU SOU era um sinal? Talvez uma mensagem? Não fazia nenhuma referência a quem era Deus. Era uma mensagem dentro de uma mensagem, da mesma maneira que as escrituras tinham sido escritas. Abraão sabia e entendia como as pessoas daquele tempo utilizavam o método “pesher” (método de interpretação típico de Qumran - antiga aldeia na margem do Mar Morto, na Jordânia, perto das cavernas em que foram encontrados os primeiros Manuscritos do Mar Morto - que consiste em pegar uma palavra, passagem ou alusão isolada de um texto bíblico, em geral uma profecia, e desenvolvê-la da forma mais intensa e imaginativa, relacionando-a a personagens contemporâneos e à vida da comunidade) para escrever as escrituras. Isto poderia ser um tipo de metáfora. O que significava “saiba que EU SOU Deus”? Aí Abraão teve a revelação. O EU SOU era ele! Era o círculo da divindade que ele sabia ser seu manto de Espírito. A mensagem era essa: “Abraão, fique em paz na sabedoria de que somos Deus!

Abraão não podia acreditar. Ele deu um grito de alegria. Estivera curvado com o nariz ao chão por horas e horas rezando para que “Deus fizesse alguma coisa”. “Deus tirasse de si o fardo.” “Deus mudasse a realidade.” Agora ele entendia a mensagem. Ele era uma parte de Deus! Abraão estava para mudar sua realidade com o poder absoluto dentro de si para fazer tal coisa. Abraão já estava celebrando enquanto liderava a subida montanha acima com o filho nos ombros. Ele iria fazer tudo que Deus pedira para ele fazer. A mensagem era clara, e Abraão estava com poder para ele mesmo fazer a mudança.

Vocês sabem como a história termina. Abraão fez um piquenique com seu filho no topo da montanha! Não era bem essa a moral, lembram-se? Não era bem esta a lição que vocês aprenderam sobre a história! É sobre mudar a realidade. Trata-se do poder do Ser Humano de criar soluções visuais para as mais terríveis lições possíveis. É sobre a vitória sobre o medo, e se trata de paz.

Perguntem a si mesmos neste momento: “Em que parte da montanha estou? Estou na parte da “glória sou eu”? Estou suplicando ajuda ao Espírito? Ou... estou celebrando a visão de uma solução final que eu possivelmente possa saber como realizar?”   Qual é sua realidade, meus queridos? Vocês estão com medo de uma realidade cheia de escuridão e falta de esperanças? Esse é o trilho velho! Por que não criar um novo trilho? Vocês têm poder absoluto para fazer isso. O significado completo da mensagem de hoje é este: VOCÊ É CAPAZ DE MUDAR SUA REALIDADE, PORTANTO, FAÇA ISSO! Comecem com uma visualização de esperança. Tentem criar paz quando o problema estiver aí, não importa o que seja. Entendam-no dentro do grande esquema, e sejam parte da visão maior. Depois, como fez Abraão, com pura intenção, comecem a mudar a fábrica da realidade ao seu redor. Vai acontecer!

Nós damos esta mensagem a vocês em amor. Saímos do espaço onde a estiveram ouvindo e lendo, mas um pouco tristes pelo tempo não ter sido maior. Não abraçamos vocês o suficiente. Não podemos lhes contar outras histórias – histórias incontáveis da capacitação humana para o poder, alegria, revelação e mudança da realidade. A história está cheia delas!   Entretanto, quando vocês permitirem, voltaremos e amaremos vocês desta maneira.

E assim é.
KRYON (inteligência extraterrestre a serviço da Fraternidade Branca Universal)


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